Servir uma missão é ser convidado a levar o nome de Jesus Cristo sobre o próprio nome —
no crachá, na conduta, na voz. Esse convite não chega por carta: a carta apenas anuncia
o que já vinha sendo construído. Quando o chamado missionário chega, ele encontra um jovem
pronto ou um jovem começando. A diferença entre os dois foi decidida meses antes, em decisões
pequenas que ninguém viu.
Por isso a preparação é dividida em quatro áreas: espiritual,
financeira, psicológica e intelectual.
Elas não competem entre si — sustentam-se. Um missionário com testemunho forte e corpo
exausto perde a manhã. Um missionário com doutrina na cabeça e coração fechado não alcança
ninguém. Um missionário emocionalmente despreparado transforma cada porta fechada em ferida.
Preparar-se nessas quatro áreas é tornar-se capaz de servir ao Senhor, abençoar pessoas e
cumprir o propósito de um discípulo.
O que muda
Deixa de ser sobre você
O missionário não vai colecionar experiências: vai ajudar o Pai Celestial a levar Seus filhos de volta a Ele. Toda a preparação existe para tirar o foco de si.
Quando começa
Hoje, não na carta
Hábito não se improvisa. O que você fizer nos próximos noventa dias é exatamente o que você levará para o campo — nem mais, nem menos.
Como se mede
Pelo que sobra na pressão
Sob cansaço, saudade e rejeição, sobra o que virou hábito. A preparação é o processo de transformar decisão em rotina antes que a pressão chegue.